Mesmo depois que eu me transformei nessa nova fase de mim mesma -
praticamente impenetrável, com paredes internas de ferro que seguram a dor, o descontrole, seguram principalmente a minha antiga fase - é quase impossivel não ouvir os gritos estridentes de agonia, gritos de desespero, gritos que
buscam paz, gritos do meu antigo eu. Eles ecoam no espaço
ainda não preenchido do meu eu novo, do meu eu quase inviolável, quase completamente forte, quase Feliz.
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